Archive for category Aconselhamento bíblico em destaque

Aconselhamento bíblico: seis etapas rumo ao futuro

David Powlison

Devemos ser bons no aconselhamento − gentis, habilidosos, atentos. Devemos fazer o melhor − de forma cuidadosa, proveitosa, prática. Com demasiada frequência, porém, temos sido medíocres e tolos, rígidos ou ineptos. A resposta pronta, o julgamento instantâneo, o estilo rápido e a solução fácil caracterizam-nos  muitas vezes. Onde está a paciência bondosa? Onde está a preocupação de sondar e pensar com afinco? Onde está a honestidade clara e pertinente? Onde está a flexibilidade da sabedoria aplicada sob medida? Onde está o desenrolar Leia o resto deste post »

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As perguntas que você não sabe responder

Rob Green
“Como você lida humildemente, e sem abalar a confiança do aconselhando em seu ministério, com uma situação em que você se vê diante de um problema para o qual não conhece a resposta?”

Esta é uma ótima pergunta. Ela é uma ótima pergunta porque expressa a tensão que os conselheiros enfrentam. Por um lado, encaramos a realidade de que somos falhos em conhecimento e treinamento. Creio que todos nós reconhecemos que não sabemos tudo sobre a Bíblia nem sabemos como responder a cada pergunta. Leia o resto deste post »

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Tudo posso. Tudo o quê?!

Nathan Busenitz, professor de teologia no The Master’s Seminary, na Califórnia, faz uma breve consideração sobre um dos versículos mais conhecidos e citados do Novo Testamento.

Trata-se de um texto bíblico muito usado no ministério de aconselhamento e na literatura dirigida à vida cristã. É provável que você já o tenha lido e decorado, e que o repeta inúmeras vezes.

Será que você o usa corretamente? Leia o resto deste post »

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Lições de um conselheiro bíblico veterano

Dias atrás, publicamos uma entrevista com Robert Kellemen, conduzida pela Biblical Counseling Coalition como parte da série que reúne testemunhos de conselheiros bíblicos sobre seu aprendizado ao longo dos anos de ministério. O entrevistado de hoje é Dr. Robert Smith, médico que atua no ministério de aconselhamento bíblico há mais de quarenta anos.

Ainda estou aprendendo
Uma das coisas que aprendi é que eu ainda não concluí realmente meu aprendizado – não posso dizer que já aprendi alguma coisa de forma completa. Continuo a aprender em todas as áreas. Leia o resto deste post »

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Pergunta crucial

Tabletalk Magazine, uma publicação de Ligonier Ministries, entrevistou Paul Tripp sobre seu ministério e sua perspectiva a respeito do aconselhamento bíblico. Destacamos aqui uma das perguntas. O restante da entrevista pode ser acessado em Living in Light of the Gospel: An Interview with Paul David Tripp.

Tabletalk : Os cristãos podem aprender alguma coisa com as abordagens seculares de aconselhamento ou devem evitá-las completamente?
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Lições de um conselheiro bíblico

Este artigo integra uma série de testemunhos de conselheiros bíblicos, coletados pela Biblical Counseling Coalition.
Bob Kellemen compartilha aqui cinco lições que fazem parte de seu aprendizado ao longo de trinta anos de ministério.

Tenho aprendido que aconselhamento bíblico é sobre as Escrituras e o coração.
Se existe um versículo que capta os batimentos cardíacos do meu ministério de aconselhamento bíblico, depois de três décadas, é 1Tessalonicenses 2.8: “Sentindo, assim, tanta afeição por vocês, decidimos dar-lhes não somente o evangelho de Deus, mas também a nossa própria vida, porque vocês se tornaram muito amados por nós”. Leia o resto deste post »

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Como saber se amamos a Cristo?

J. C. Ryle propôs um teste que podemos aplicar a nós mesmos e às pessoas a quem ministramos.

1. Se amamos alguém, gostamos de pensar nele. Não precisamos que ninguém nos lembre dele. Não esquecemos seu nome ou sua aparência, seu caráter ou suas opiniões, seus gostos ou sua posição… Bem, o mesmo se dá entre o verdadeiro cristão e Cristo! Cristo habita em seu coração e ele pensa em Cristo todos os dias (Ef 3.17).

2. Quando amamos uma pessoa gostamos de ouvir a respeito dela. Leia o resto deste post »

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Antes de confrontar meu irmão

Algumas vezes, o amor cristão exige que confrontemos uns aos outros sobre pecados habituais que impedem o crescimento em direção à maturidade espiritual. “Exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado”, escreve o autor da carta aos hebreus (Hb 3.13).

No entanto, antes de irmos adiante no “ministério de confrontação”, é recomendável fazermos algumas perguntas a nós mesmos.
Paul Tautges sugere 10 perguntas. Leia o resto deste post »

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Sucesso na faculdade!

As estatísticas brasileiras mostram que pouco mais da metade (57,3%) dos estudantes que começam um curso superior chega a se formar. Destes, apenas 47,2% concluem o curso no tempo previsto.[1] Muitos dos que se formam voltam para a casa dos pais e relutam em assumir as plenas responsabilidades da idade adulta.

Para o jovem crente, a oportunidade de fazer um curso superior é uma etapa importante de lançamento para a vida adulta. É uma época de preparo acadêmico e crescimento pessoal, que impulsiona para uma vida de serviço efetivo a Deus e ao próximo. No entanto, pode ser também o momento em que alguns abandonam a fé cristã. Outros guardam a fé, mas desperdiçam esses anos Leia o resto deste post »

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Responsável ou preocupado?

Como você se sente com relação às pessoas que você orienta, discipula ou aconselha – talvez um filho, um amigo, um aluno, um membro de sua igreja? Rick Thomas trabalha esta questão e destaca a diferença entre ter verdadeiro interesse, ou preocupação cristã, e sentir-se responsável pelas mudanças que gostaríamos de ver acontecer em vidas.

 Paul Tripp nos ensinou a identificar duas esferas: a esfera da responsabilidade e a da preocupação. A esfera da responsabilidade é bem menor que a esfera da preocupação. Eu sou responsável por algumas poucas coisas enquanto posso estar preocupado com muitas outras.[1] Leia o resto deste post »

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Nossa união com Cristo, o poder verdadeiro para mudar

Rob Green

Você já atuou como um personal trainer no seu ministério de aconselhamento? Você sabe o que isso quer dizer. É “três verdades para isto”, “dois princípios para aquilo” e “cinco maneiras para fazer aquilo outro”…  Em outras palavras, a Bíblia torna-se um simples conjunto de princípios a seguir. Quando isso acontece, você passa a pensar que bastaria os seus aconselhados fazerem mais duas “séries de exercícios” para endireitar e conseguir uma mudança permanente. Há dois problemas fundamentais nesta abordagem. Leia o resto deste post »

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Uma conversa sobre o aconselhamento bíblico

Um ano após a realização do Simpósio de Aconselhamento Bíblico, promovido pela Association of Biblical Counselors, vale a pena relembrar momentos do painel em que Steve Viars, David Powlison, Bob Kellemen e Eric Johnson discutiram o aconselhamento bíblico – a história, a filosofia, a prática e os rumos do ministério. Os vídeos, infelizmente, não estão traduzidos para o português.

1. David Powlison   2. Eric Johnson  3. Steve Viars   4.  Steve Viars  5. Bob Kellemen
6. David Powlison 7. David Powlison   8. Bob Kellemen 9. Steve Viars  10. Eric Johnson

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Aconselhamento bíblico: juntos para fazer mais

Durante o ano de 2010, alguns pastores, conselheiros bíblicos e educadores cristãos juntaram-se para orar e discutir se seria o momento oportuno de criar uma coligação de organizações, líderes e participantes do movimento de aconselhamento bíblico nos Estados Unidos para fortalecer as igrejas, as organizações paraeclesiásticas e as instituições de ensino, promovendo a excelência e a unidade no ministério pessoal da Palavra – aconselhamento bíblico, discipulado, pequenos grupos, mutualidade cristã. Sua paixão motivadora era promover a mudança pessoal centrada na Pessoa de Cristo. Ontem, esses líderes cristãos anunciaram com entusiasmo o lançamento oficial da Biblical Counseling Coalition (BCC) – “Coalizão do Aconselhamento Bíblico”. Leia o resto deste post »

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O futuro do aconselhamento bíblico: sonhando uma dúzia de sonhos

Robert W. KellemenRPM Ministries
Tradução de The Future of Biblical Counseling: dreaming a dozen dreams e publicação com permissão do autor.

O que faz o aconselhamento bíblico ser bíblico?
Quando falo em várias partes do País sobre aconselhamento bíblico, algumas vezes as pessoas me perguntam: “Quando você diz ‘aconselhamento bíblico’, você não está querendo dizer  _____, não é?”. As pessoas preenchem esse espaço com diferentes rótulos negativos − no seu entender. Que vergonha pensar que Leia o resto deste post »

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TER ou SER?

À medida que nossa sociedade cresceu em complexidade, o trabalho dos especialistas ganhou espaço. Quando se menciona o aconselhamento bíblico nas igrejas locais e nas escolas teológicas, uma ideia bastante comum é pensar em uma especialização a que alguns irão se dedicar. Não é habitual pensar na formação e atuação do pastor-conselheiro, do missionário-conselheiro, do educador cristão-conselheiro, do professor-conselheiro, do discipulador-conselheiro, e assim por diante. As igrejas querem TER um ministério de aconselhamento. Poucas desejam SER integralmente um ministério de aconselhamento. Leia o resto deste post »

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Aconselhamento centrado no Evangelho: vale a pena

Aconselhar biblicamente requer esforço e compromisso. Rob Green oferece palavras de incentivo para que cultivemos o aconselhamento centrado no Evangelho como parte essencial do nosso ministério. Confira as cinco razões que ele destaca.

Razão n. 1: É uma oportunidade para ministrar o Evangelho de forma pessoal
As pessoas precisam do Senhor. Aqueles que já aceitaram a Cristo precisam ouvir as verdades do Evangelho repetidas vezes. Leia o resto deste post »

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Sou um conselheiro. Teologia e exegese?! Isso não é comigo, certo?

Certo?! Errado! Você descobrirá a resposta certa ao ouvir a mensagem O Risco da Superficialidade Teológica, um alerta para a necessidade de um preparo bíblico-teológico profundo e com manutenção constante. Dr. Carlos Osvaldo Pinto não fala aos “profissionais da teologia”, mas a um grupo que certamente inclui aqueles que se dedicam ao ministério de investir em vidas. O estudo no livro de Atos e uma horta cultivada com dedicação conduzem à compreensão de que “o surgimento espontâneo daquilo que é nocivo é muito mais fácil do que o surgimento trabalhado daquilo que é benéfico”. Precisamos de um investimento deliberado no preparo aprofundado nas Escrituras para que possamos viver e transmitir a verdade de Deus com a fidelidade que Ele requer de nós. Leia o resto deste post »

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Discipulado e aconselhamento bíblico… nas palavras de John Street

Ela [a palavra aconselhamento] tem sido muito banalizada e mal usada. Muitas vezes refiro-me ao aconselhamento como um discipulado dirigido. Não se trata de um discipulado no sentido mais amplo do termo; é um discipulado direcionado ou focado, em que você lança mão da Palavra de Deus e a aplica dirigida a um problema em particular na vida da pessoa. Você mira um alvo definido e busca mudanças específicas.
Exegete the Bible; exegete the person: an interview with John Street. The Journal of Biblical Counseling, Vol. 16, No. 2, 1998, p. 13.

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Um compromisso radical com a integridade: lições da história da Igreja

O puritanismo foi um movimento que surgiu dentro do protestantismo britânico no final do século 16. O termo puritano, que se tornou conhecido algumas vezes no sentido pejorativo, caracterizou um grupo que estabeleceu um compromisso radical não apenas com mudanças externas, religiosas e políticas, mas com a mudança de valores expressa numa vida de conformidade com a Palavra de Deus. A visão de Deus, das Escrituras, do homem e do pecado, e uma disposição de honrar a Deus mediante uma vida coerente com os princípios bíblicos, caracterizaram também a visão e a prática do aconselhamento entre os puritanos.
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Aconselhe com sabedoria: lições do Apóstolo Paulo

No mês de agosto, o boletim informativo da Association of Biblical Counselors incentiva-nos a lembrar que embora os métodos, ou o “como fazer”, tenham seu lugar no discipulado-aconselhamento bíblico, perderemos a essência do verdadeiro ministério se nos concentrarmos exclusivamente em métodos.

Do estudo dos três primeiros capítulos de 1 Coríntios, Jeremy Lelek extrai princípios profundos, que vão muito além de métodos. Reportamos aqui algumas verdades destacadas.
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