Você quer ter um ministério que apoie as atividades de ensino, pesquisa e estudo? Esta página traz um ponto de partida para pensar em um Centro de Recursos para Educação e Ministério (CREM).
Um CREM dirige-se à necessidade de formação contínua para edificação pessoal e ministério, aproveitando o desenvolvimento da tecnologia da informação aplicada à educação. Ele é um centro que agrega e dissemina a informação, apoia e participa ativamente da educação cristã e teológica.
- Momento e visão
- Missão e valores
- Planejamento
- Programa
- Pessoas e parcerias
- Patrimônio e coleções
- Presença na Web
- Integração e transversalidade
- Antes de a ideia se concretizar
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| Com atuação transversal no programa educacional da instituição a que pertence, o CREM é um agente educacional. |
Tradicionalmente, os livros são tidos como os recursos por excelência para dar apoio ao ministério educacional. Com os constantes avanços da tecnologia, novas possibilidades se abrem.
Por um lado, ainda teremos a informação impressa. Dar as boas-vindas aos recursos da tecnologia não significa uma apologia da morte dos recursos impressos. Entretanto, a ênfase não está mais em possuir livros, mas em conduzir à informação.
Um Centro de Recursos para Educação e Ministério cumpre a tarefa de dar acesso à informação em diferentes meios e participar da formação do usuário nos aspectos de habilidade de busca e uso competente dos recursos.
Ao dar os primeiros passos no planejamento de um CREM, a visão deve ser de um centro de excelência para a coleta, gestão e disseminação de recursos para a edificação pessoal e formação bíblico-teológica e ministerial. Um CREM comprometido com a educação cristã e teológica, atualizado e participativo, é um espaço educacional importante junto aos demais espaços tradicionalmente reconhecidos na educação como, por exemplo, a sala de aula.
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| O propósito de um CREM é alcançado quando ele contribui para que as pessoas aprendam a .. encontrar informação que permita conhecer e interpretar corretamente a Palavra de Deus e viver o dia-a-dia neste mundo à luz da Palavra, .. avaliar criticamente o que lêem, ouvem e vêem, .. usar com criatividade a informação e os meios de divulgação da informação para crescimento pessoal e também para participarem do plano de Deus ministrando a verdade bíblica com relevância. |
Um CREM existe para dar apoio à instituição na qual está inserido contribuindo para a informação e a formação de três diferentes segmentos de usuários: os formadores de líderes, os líderes e o corpo de Cristo em geral. Dependendo da missão e visão institucional, ele pode também ser um instrumento para atingir a comunidade ao redor da igreja ou escola.
A educação cristã pode ser definida como “o esforço deliberado, sistemático e sustentado, divino e humano, de compartilhar ou adquirir conhecimento, valores, atitudes, habilidades, sensibilidades e comportamentos que compõem ou são compatíveis com a fé cristã”.[1] O propósito da educação cristã é conduzir o crente a conhecer e adorar o seu Criador, comprometida com a verdade absoluta da Palavra de Deus, a fim de crescer à imagem de Cristo e cumprir seu propósito ministerial. A educação teológica pode ser entendida como o esforço que busca “a capacitação do povo de Deus para o serviço do reino. Essa capacitação deve ter como resultado pessoas aptas para as tarefas pastorais e educativas implicadas na formação do povo de Deus para o cumprimento de sua missão no mundo”.[2]
Nesse contexto educacional, um CREM cumpre sua missão alicerçado em:
– integração e colaboração com os ministérios aos quais oferece apoio;
– educação continuada, que enfatiza a busca e uso autônomo e criterioso da informação como um estilo de vida;
– criatividade e inovação;
– excelência nos serviços presenciais e virtuais.
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O planejamento estratégico precisa incluir visão, missão e valores, levar em conta o contexto e fazer um levantamento das forças e oportunidades bem como das fraquezas e ameaças ou limitações. Precisa traduzir tudo isso em objetivos e metas executáveis, atingíveis e mensuráveis. Ele deve se alinhar com o planejamento estratégico institucional. Se deixarmos de planejar, um CREM ficará sem foco. As pessoas envolvidas no ministério não saberão para onde caminham nem terão motivação.
“Uma organização secular quase nunca embarca em uma atividade ou programa sem antes avaliar todos os ângulos”, escreve Solano Portela, “mas no campo evangélico, a questão é ‘confiar em Deus’, e como não há nada de errado nisso, seguimos sem planejar”.[3] Planejar, no entanto, não elimina a direção de Deus no nosso ministério; apenas nos ajuda a organizar as oportunidades, ideias e recursos, e a entender melhor o que Deus tem para que façamos. Embora sem perder a perspectiva daquilo que é eterno, compete-nos planejar como bons mordomos. Uma construção sem cálculo é estultícia e um cálculo sem submissão a Deus é futilidade.
Planejamento não é um evento pontual. O ambiente dinâmico no qual um CREM está inserido interna e externamente sinaliza para um processo de revisão periódica dos planos. As correções de rota são feitas sobre o alicerce de um planejamento estratégico inicial traçado para longo prazo. Já o planejamento tático, em médio prazo, verifica se os objetivos são alcançados e as estratégias implementadas, e traça ações de correção quando necessário. O planejamento operacional inclui a elaboração de planos em curto prazo e o controle de execução eficaz das tarefas planejadas.
A flexibilidade, a inovação e a criatividade são três aspectos importantes para um CREM. Ainda assim, é necessário ter um organograma e responsabilidades bem definidas na descrição de tarefas.
É preciso investir tempo também na redação de documentos para dar orientação segura às atividades e permitir a continuidade ao longo do tempo, embora devamos lembrar que eles estão sujeitos a revisões periódicas à medida que tanto as necessidades ministeriais quanto a tecnologia passam por transformações constantes. A política de seleção de recursos, a política de uso de ferramentas web, o regulamento de uso das instalações e dos recursos e um manual operacional garantem a qualidade e continuidade do trabalho.
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| É responsabilidade de um CREM identificar os diferentes grupos de usuários e oferecer serviços especificamente dirigidos a estes, de forma proativa, relevante e criativa, tanto na prática presencial quanto na remota. .. Nunca se deve esquecer de fazer pesquisas, buscando conhecer o usuário, suas necessidades, opiniões e sugestões. .. |
A atuação de um CREM pode ser considerada em três grandes áreas. Elas não são estanques, mas interagem e se completam com diversas possibilidades de expressão.
Coleção de recursos − A gestão dos materiais impressos, digitais e virtuais, e ambientes equipados para pesquisa, leitura e estudo.
Educação − Uma ação educacional que tem por objetivo oferecer:
(1) incentivo ao uso de recursos. Ferramentas: guias temáticos, bibliografias, resenhas, boletim informativo, sumários de periódicos, uso de blog e outras ferramentas web 2.0;
(2) capacitação informacional individual ou em grupos para aquisição de um conjunto de valores, conhecimentos e competências ligados à pesquisa, organização, produção e transmissão do conhecimento. Ferramentas: tutoriais, monitoria individual, oficinas, panfletos, marcadores de livro;
(3) apoio na atualização dos usuários e na pesquisa bibliográfica. Ferramentas: disseminação geral e seletiva (por grupos de interesse) da informação, levantamentos bibliográficos;
(4) projetos e eventos diversos: clubes de leitura por áreas interesse, palestras com autores ou discussão de livros e filmes atuais, projetos missionários para ajudar outras igrejas/escolas a estabelecerem um ministério CREM.
Disseminação da informação − A divulgação de produtos e serviços. O serviço de disseminação pode trabalhar em estreita ligação com, ou mesmo integrar, um ministério de produção de recursos (apostilas, livros, mídias com gravações de palestras e pregações). Ferramentas: stands de produtos, boletim informativo, mural, marcadores de livro, blog e outros serviços oferecidos pela web 2.0.
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| Um CREM deve contar com uma equipe que recebe o investimento, orientação clara e acompanhamento de um coordenador. Trabalhar em equipe significa interagir, confiar, comunicar, valorizar diferenças, atuar em sinergia e dar feedback transparente e construtivo. .. Deve haver união marcante e rumo definido dentro da equipe de um CREM. No entanto, esta equipe não pode ignorar a interação com as demais equipes ministeriais da igreja ou escola. Pelo contrário, ela precisa andar junto com o corpo como um todo, precisa conhecer e colaborar com os ministérios aos quais ela serve. |
Um CREM é um ministério para uma equipe multidisciplinar, disposta a investir tempo e esforços para servir a Deus. São várias as tarefas e elas requerem diferentes dons e talentos para atuar, por exemplo, em pesquisa e organização da informação, formação e preparo da coleção de recursos, atendimento de usuários, informática e comunicação na web, ensino, entre outras.
O processo de formação da equipe tem início com o recrutamento de pessoas interessadas no ministério. No entanto, o simples fato de várias pessoas trabalharem juntas não faz delas uma equipe. É preciso que o foco de cada membro da equipe esteja em um conjunto de metas que todos conhecem e pelas quais todos se sentem responsáveis, embora as funções estejam bem definidas e a participação de cada um seja de acordo com sua capacitação.
Duas características devem marcar os integrantes da equipe. A primeira é paixão ministerial − o compromisso de servir a Deus e ao próximo de todo coração com seu tempo e seus melhores esforços. A segunda é competência − o conjunto de habilidades, conhecimentos e experiências que dão qualidade ao projeto.[4] Os líderes do ministério precisam ser investigadores permanentes do perfil dos seus usuários, dos novos recursos informacionais, novas possibilidades de serviços, novas tecnologias e parcerias. E como líderes que servem a Cristo, eles servem a sua equipe e focalizam pessoas e não apenas processos, embora estes devam ser cumpridos com seriedade.
Além de uma “equipe ministerial CREM”, é bom formar um grupo de “amigos do CREM” que inclua:
− colaboradores que contribuam com seu conhecimento específico. Diagramação de uma newsletter, um logo, um vídeo de apresentação do ministério, a avaliação e instalação de um novo software, são apenas algumas das possibilidades;
− professores e pastores que participem com seu conhecimento teológico e ministerial, dispostos a serem consultores, fazerem indicações de recursos e escreverem resenhas e artigos;
− voluntários para trabalhar com grupos de usuários de faixas etárias específicas e outra atividades mais.
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| O ministério de um CREM certamente é enriquecido por um acervo impresso que favorece aquelas pessoas que não dispõem de recursos para a aquisição dos itens para uso pessoal. .. Ressaltamos, porém, que um CREM não depende em essência de um acervo local impresso, assim como apenas a existência de um acervo impresso não caracteriza um CREM. A filosofia de armazenamento e posse dos materiais vê-se desafiada pela filosofia de comunicação, acesso à informação e contribuição para a capacitação de um usuário que saiba fazer uso crítico e criativo do conteúdo que acessa. No palco onde antes só atuava a gerência de uma coleção de materiais, surge a gerência da informação e a formação. |
Se o planejamento de um CREM incluir um acervo físico, será preciso trabalhar questões de patrimônio como local, mobiliário e equipamentos. Limitam-nos aqui ao aspecto informacional, ou seja, os acervos que oferecem suporte ao programa educacional. Até poucas décadas atrás, nem mesmo cogitávamos que o conhecimento pudesse ser buscado em outro lugar que não em estantes de livros O coleção de recursos impressos em papel é um patrimônio a ser desenvolvido e cuidado com esmero.
Embora os conceitos ainda estejam em construção e nem sempre exista um consenso nas definições, precisamos considerar também uma coleção digital e uma coleção virtual, espaços dinâmicos voltado para a geração, o compartilhamento e a disseminação de conhecimento.
Coleção digital. Oferece pesquisa e visualização dos documentos digitais − texto, som, imagem − em forma completa, com acesso em rede tanto local quanto remoto, e utilização simultânea do mesmo documento por duas ou mais pessoas. A grande vantagem da informação digitalizada é que ela pode ser compartilhada com rapidez. Uma coleçãodigital pode reunir a produção ministerial local – um patrimônio informacional: gravações áudio ou vídeo de sermões, palestras e aulas, textos e artigos, imagens, entre outros.
Coleção virtual. Caracteriza-se por um conjunto de links para documentos, imagens, softwares, bases de dados e outros recursos disponíveis na internet, organizados por áreas temáticas, de maneira estruturada, para possibilitar que o usuário encontre a informação desejada. A internet coloca à disposição um acervo imenso de informações, que pode ser acessado a qualquer hora e de qualquer lugar. É um acervo que precisa ser avaliado e usado com cuidado, mas que oferece vários recursos de qualidade. A ideia de que a internet é prejudicial ao preparo acadêmico ministerial é verdadeira apenas se os usuários deixarem se der devidamente instruídos para a busca de dados e/ou fizerem mau uso dos recursos on-line. Nesse contexto, cabe a um CREM selecionar e disponibilizar um conjunto de links, uma “linkoteca”, que direciona os usuários aos bons recursos disponíveis no meio virtual e favorece uma navegação produtiva na internet.
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| Ter presença na web é importante, mas os recursos oferecidos pela tecnologia devem estar integrados de forma competente com os recursos tradicionais para que a sua presença seja de fato um sinônimo de qualidade na educação. |
A tecnologia, bem usada, é essencial na nova concepção de biblioteca. Dentre as inovações da tecnologia, as chamadas ferramentas web 2.0 possibilitam uma interação maior entre um CREM e seu público, colocando a informação ao alcance em qualquer lugar, divulgando os serviços, comunicando e aproximando-se para servir.
As oportunidades de presença na web precisam ser usadas com bom senso, mas seu uso não desprestigia um CREM nem pulveriza sua imagem de maneira negativa. Pelo contrário, torna-o acessível a pessoas que talvez nunca chegariam diretamente ao site institucional, mas que estão conectadas em redes sociais. PodCasts, vídeos e marcadores sociais podem ter amplo alcance. Um blog permite divulgar atividades, novas aquisições do acervo, mudança em horários ou regulamentos, recursos, links, resenhas, pesquisas, e ainda ouvir comentários e sugestões. Um ambiente virtual voltado para a aprendizagem colaborativa como, por exemplo, o Moodle também é de grande benefício.
A escolha deve ser feita com cuidado, a postura de postagem deve ser sempre institucional e regida pelos critérios estabelecidos por uma política definida, mas o uso é recomendável e praticado hoje por inúmeras instituições de renome. É preciso começar aos poucos, testar e adaptar ao próprio contexto com equilíbrio, lembrando sempre que essas ferramentas são um meio e não o fim em si.
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| Os conceitos de transversalidade e integração no planejamento institucional são fundamentais para o ministério de um CREM e devem ser compreendidos e abraçados pela liderança da igreja ou da instituição educacional. .. Um CREM certamente pode contribuir para que a igreja ou a instituição acadêmica desempenhe seu ministério de forma mais dinâmica e efetiva, proporcionando um aprendizado investigativo, ativo, interdependente, em harmonia com a experiência no inteiro programa educacional. .. |
O primeiro passo na implantação de um CREM é indubitavelmente a compreensão da filosofia por parte da liderança da igreja ou instituição educacional. Muitas ideias surgem de conversas informais. São necessários, porém, um plano documentado e uma aprovação formal para dar base sólida ao ministério. Um ministério inovador pode levar tempo para ser compreendido e aceito. Talvez seja necessário dar referenciais teóricos e práticos de expressões atuais de unidades de informação no âmbito educacional secular, que permitam que as pessoas tirem as suas dúvidas e entendam o novo modelo.
O planejamento integrado no programa educacional é essencial para o ministério efetivo do CREM. É preciso conhecer os projetos educacionais e os temas focados em sala de aula, em grupos pequenos, em conferências e demais aspectos do programa, para que seja possível o CREM cumprir seu papel de dar suporte com recursos e serviços. A transversalidade é uma marca de um CREM.
Nas palavras de Hernán Hammerly, em encontro da Red Latinoamericana de Información Teológica, o líder de uma unidade de informação que não está integrado às demais áreas de atuação de uma escola teológica (e podemos aplicar o mesmo ao ministério educacional da igreja local), que não participa de comitês nem é consultado quando se tomam decisões que afetam or recursos de apoio ao ministério, não pode se antecipar para atender aos projetos que desconhece. [5] William Hook expressa a mesma preocupação com a transversalidade e lembra que a missão e os alvos de uma unidade de informação sempre são dependentes e derivados da missão e dos alvos da instituição em que ela está inserida. É fácil e frequente ficarmos tão envolvidos e convictos do valor de um CREM, que assumimos de maneira incorreta que os mesmos conceitos são compartilhados pelos demais líderes, e ficamos depois surpresos e frustrados ao descobrirmos que não é a realidade.[6]
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Antes de a ideia se concretizar
Ao pensar nesse novo ministério, coloque cada passo em oração. A consideração de cada aspecto mencionado até aqui tem particular importância. Destacamos o planejamento integrado no programa educacional, que é a chave para um ministério efetivo. Os conceitos de competência informacional, transversalidade e uso apropriado das tecnologias da informação e comunicação, são fundamentais para o ministério de um CREM e devem ser compreendidos e abraçados pela liderança seja da igreja ou da instituição educacional. Nada pode nem deve ser feito antes que isso seja uma realidade.
“… com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado” Ef 4.12.
[1] PAZMIÑO, Robert W. Temas fundamentais da educação cristã. São Paulo: Cultura Cristã, 2008, p. 89.
[2] AETAL. Um diálogo sobre a educação teológica. http://www.aetal.com/artigo1.html Acessado em 31.03.2010.
[3] PORTELA, Solano. Fundamentos bíblicos para estabelecer uma cultura de planejamento. Revista Mackenzie. São Paulo: Universidade Presbiteriana Mackenzie, n. 44, p. 45-47. 2009.
[4] Se um CREM gerenciar um acervo local expressivo que se caracterize como biblioteca é imprescindível contar com o serviço de um profissional da área de biblioteconomia.
[5] HAMMERLY, Hernán. La información teológica hoy: desafíos para las instituciones teológicas de América Latina y sus bibliotecas: documento de trabajo para un panel de rectores de seminarios. Red Latinoamericana de Información Teológica, 2004.http://www.ibiblio.org/rlit/docs/Publicaciones/La%20informacion%20teologica%20hoy.doc. Acessado em 24.03.2009.
[6] HOOK, William J. Effective leardership in tough times. Theological librarianship. Amerian Theologiacal Library Association. V. 2, n. 1, June 2009. p. 20-22.









