
Se você está combatendo o pecado, está vivo. Anime-se. Mas se o pecado domina sem oposição, você está morto, não importa quão vivo esse pecado faça você se sentir.
(John Owen citado por John Piper na apresentação de Para Vencer o Pecado e a Tentação)
Pecado é uma palavra de que não gostamos muito de mencionar. No entanto, somente quando identificamos sem medo o pecado é que encontramos a solução, pois “Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores” (1Tm 1.5) . A nova vida em Cristo implica ganharmos e cultivarmos uma nova atitude para com os padrões pecaminosos de comportamento e pensamento. O problema é que somos muito criativos para nos desculpar e minimizar o pecado na vida diária. Preferimos usar sempre óculos cor-de-rosa.
The Gospel-Centered Life oferece um estudo que pode ser baixado gratuitamente e que nos chama a refletir sobre seis táticas às quais costumamos recorrer para minimizar o pecado. Vale a pena ler com atenção, examinar nossa luta pessoal contra o pecado e desenvolver uma estratégia para resistir à racionalização.
Considere os pontos destacados.
1. Defender-se
Acho difícil receber feedback sobre meus erros e pecados. Quando confrontado, minha tendência é encontrar explicações, falar sobre os meus sucessos ou justificar as minhas decisões. Consequentemente, as pessoas relutam em me confrontar e são raras as conversas que tenho sobre os pontos desconfortáveis da minha vida.
2. Fingir
Esforço-me para manter as aparências e uma imagem respeitável. O meu comportamento, até certo ponto, é impulsionado por aquilo que eu penso que os outros pensam a meu respeito. Eu também não gosto de refletir biblicamente sobre a minha vida. Consequentemente, muitas pessoas não me conhecem de verdade (e nem eu me conheço de verdade).
3. Esconder
Minha tendência é esconder o quanto posso a minha vida, especialmente as “coisas ruins”. Isso é diferente de fingir, visto que fingir está ligado a impressionar. Esconder relaciona-se mais a vergonha. Penso que as pessoas não iriam me aceitar ou amar como de fato sou.
4. Exagerar
Tenho a tendência de pensar (e falar) de mim além do que eu deveria. Faço as coisas (boas e ruins) parecerem maiores do que elas de fato são (normalmente para chamar a atenção). Consequentemente, elas muitas vezes ganham atenção maior do que merecem e acabam por me deixar estressado ou ansioso.
5. Transferir a culpa
Sou rápido em culpar os outros pelas circunstâncias ou pecados. Tenho dificuldade na hora de assumir o meu pecado e a a minha contribuição para um conflito. Há um elemento de orgulho que presume não ser minha culpa e / ou um elemento de medo de ser rejeitado se a culpa for atribuida a mim.
6. Subestimar
Minha tendência é dar pouca importância ao pecado em minha vida, tratando-o como se fossem ocorrências “normais” ou “não tão ruins assim”. Consequentemente, meus pecados muitas vezes não recebem a atenção que merecem e crescem a ponto de se tornar esmagadores.
Você costuma minimizar o pecado?
Se afirmarmos que estamos sem pecado, enganamos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. Se afirmarmos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e a Sua palavra não está em nós. 1João 1.8-10